CAOCRIME: Desvio de recursos na operação tapa buracos em Parintins

PARINTINS - AM: Monitorado desde o mês de junho da situação da operação tapa buraco nas ruas de Parintins, a Procuradoria Geral de Justiça do Amazonas determinou a abertura de investigações para apurar denúncias de irregularidades na aplicação dos recursos na ordem de R$ 2,6 milhões. 

Segundo o promotor de Justiça André Seffair, a situação vem sendo monitorada desde junho, a partir da publicação de matéria jornalística apontando indícios de fraudes. Seffair diz que “os secretários municipais, a quem foram encaminhados os ofícios, solicitando informações, todos negaram as informações junto ao Ministério Publico, só que o nosso monitoramento até então era preliminar, eles poderiam fazer isso, e eles resolveram fazer, mais agora essa investigação é oficial, ela não é mais preventiva”.
O agente ministerial afirma que “houve sim problemas na execução do contrato, e há indícios hoje, grave e contundentes de irregularidade, e desvio de recurso públicos, a mesma situação que aconteceu com os recurso a do Bairro Dejard Vieira. É a mesma situação que estamos investigando, nesse momento estamos aguardando a resposta de uma comunicação a SEINFRA, a Secretária de Estado de Infra Estrutura, que é um órgão convenente a respeito de alguma documentação que ainda nos falta”.
Na próxima semana ele vai à Procuradoria Geral da Justiça. “Vamos expor a situação, até porque se trata de uma situação grave, de grande repercussão, que venha um engenheiro para que faça uma medição do projeto tapa-buraco, junto com o projeto básico, eu não sou Político, não lido com politica, eu não faço discurso vazio, eu preciso saber se o projeto básico foi realizado, se houve pagamento, ou se houve uma medição fraudulenta. É isso que será investigado. Só o engenheiro pode fazer a medição dessas obras”.
André Seffair chamou os vereadores, “que são responsáveis pela fiscalização dos recursos públicos, que o façam, e façam sua parte, porque a operação tapa buraco começou em Junho e julho, e rolou solta até agora. Precisamos monitorar esses pagamentos, saber em que fase as medições foram realizadas, se foram realizadas, se foram fraldadas, se os pagamentos foram liberados, e em que quantidade foram liberados, se houve desvio de recursos públicos, é isso que o ministério público está investigando” comentou André Seffair.  

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