Cidade esteve na comunidade de Bela Vista para conferir a implantação da indústria de beneficiamento de calcário

A autossuficiência do Amazonas em calcário, prevista para ocorrer a partir de 2014, foi abordada, na manhã de hoje, pelo deputado estadual Orlando Cidade (PTN). Em pronunciamento na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), o parlamentar enumerou os benefícios que a situação proporcionará ao setor primário amazonense.

 De acordo com o parlamentar, o primeiro carregamento do calcário, extraído da Mina do Jatapu, em Urucará, teve como destino a comunidade de Bela Vista, em Manacapuru. “Os preparativos para o o beneficiamento da matéria-prima iniciaram em Bela Vista, onde há uma indústria para trabalhar com o minério. Lá o calcário será beneficiado e será transformado em fertilizante, insumo que será utilizado na produção do setor primário local”, disse o deputado, que esteve ontem na localidade para conhecer o projeto.
 
Conforme Cidade, a indústria de beneficiamento está prestes a iniciar as operações na comunidade, o que segundo ele, além de atender o Estado com fertilizantes, gerará emprego e renda na região. “Só faltam serem feitos alguns ajustes na unidade fabril, como a parte elétrica. Com essa etapa concluída, o processo de produção estará a um passo do município”, comemorou o deputado, ao salientar que o fertilizante atenderá, principalmente, atividades ligadas à agricultura, pecuária e piscicultura local.

 Ainda sobre o fertilizante, Cidade pontuou que grande parte do insumo que atende o Estado é importada de outros Estados e, com o “start” da produção local, a dependência seria extinta. “Vale ressaltar ainda que o custo do produto será mais acessível, fator que reduzirá os custos dos produtores rurais amazonenses”, reforçou.


 Mina de Jatapu

De acordo com dados da Secretaria Estadual de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos (Semgrh), o Amazonas possui uma reserva de 1,7 milhão de toneladas do minério em Jatapu, quantidade suficiente para atender o Estado com minério por até 17 anos.
A expectativa é que o Estado produza 50 mil toneladas de calcário agrícola em pó por ano a partir de 2014, quantidade que será suficiente para atender os produtores rurais amazonenses. 

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